https://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/issue/feedRevista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais2020-06-02T19:24:47+00:00Prof. Pedro Novaisrevista@anpur.org.brOpen Journal SystemsBrazilian Journal of Urban and Regional Studieshttps://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6018Trajetórias regionais de desenvolvimento no brasil contemporâneo: uma agenda de pesquisa 2020-04-29T19:36:50+00:00Alexandre Abdalalexandre.abdal@fgv.br<p>O presente trabalho tem por objetivo consolidar e propor uma agenda de pesquisa para a investigação das trajetórias regionais de desenvolvimento no Brasil contemporâneo. Enraizada nos desdobramentos de minha trajetória de pesquisa, o doutorado, especialmente, a agenda proposta visa observar os novos espaços produtivos, sobretudo, fora dos eixos mais tradicionais de localização da atividade econômica no Brasil – ou seja, Sudeste e Sul. A investigação dessas trajetórias perpassa a análise dos seus determinantes econômicos e não econômicos, bem como as suas consequências em termos sociais, políticos e demográficos e as suas interações com políticas públicas municipais, estaduais e/ou federais. As estratégias de investigação serão tanto mais profícuas quanto mais forem capazes de combinar métodos quantitativos e qualitativos, ou seja, a manipulação de bases de dados secundárias e públicas com a pesquisa participante e entrevistas semiestruturadas.</p>2020-02-12T13:52:55+00:00Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionaishttps://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6063Fragmentação do poder e a complexidade de governar nas regiões metropolitanas2020-05-21T15:25:52+00:00Rodrigo Rage Ferrororagferro@gmail.comEdson Ricardo Salemericasal@uol.com.br<p>Com a maior mobilidade de serviços, capital e pessoas, a questão metropolitana ganha notoriedade. Embora a Constituição já reconhecesse as regiões metropolitanas, foi com o Estatuto da Metrópole, Lei n. 13.089, de 2015, que houve algum avanço em relação à governança interfederativa. Pretendia-se preencher as lacunas e explorar o potencial de diversos instrumentos político-urbanísticos visando à boa governança com base no fomento às iniciativas de cooperação e coordenação federativa, por longas décadas negligenciadas pelo Poder Público. Contudo, a própria fragmentação do poder e a complexidade de governar essas regiões tornam frágeis a gestão e a governança delas, pondo em xeque a viabilidade e a efetividade do Estatuto. Assim, o presente estudo, utilizando o método hipotético-dedutivo, visa analisar algumas inovações trazidas pelo Estatuto ou que deveriam ter sido disciplinadas por ele e o modo como estas se aproximam ou não dos itens essenciais para uma sólida governança e para a superação das fragilidades institucionais.</p>2020-05-15T14:23:39+00:00Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionaishttps://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6199O PDDI-RMBH e as possibilidades de um desenvolvimento endógeno desencadeado pela economia popular metropolitana2020-06-02T19:24:45+00:00Evandro Luis Alvesevandroluisalves13@gmail.comBruno Siqueira Fernandesbrunoggsiqueira@gmail.comSibelle Cornélio Dinizsibelle.diniz@gmail.com<p class="XVIIIENANPURTTULODOARTIGO" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 1.0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Arial',sans-serif; font-weight: normal;">Aprovado em 2011, o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Belo Horizonte (PDDI-RMBH) é peça fundamental do processo continuado de planejamento metropolitano em Minas Gerais. Em sua referência à produção em pequena escala, chama atenção o fato de o Plano tomar a tese da economia popular solidária como pressuposto para o planejamento. Este artigo pretende explorar essa questão, uma década após a elaboração e a aprovação do documento, apontando os limites e as potencialidades de a economia popular se tornar base desencadeadora de uma trajetória de desenvolvimento endógeno na metrópole. </span></p>2020-06-01T23:52:23+00:00Copyright (c) 2020 https://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/5987O espaço e o lugar das cidades médias na rede urbana brasileira2020-04-29T19:11:09+00:00Clauber Eduardo Marchezan Schererclauberscherer@yahoo.com.brPedro Vasconcelos Maia do Amaralpedrovma@cedeplar.ufmg.br<p>Partindo da hipótese de que o tamanho da população é um fator insuficiente para capturar a inserção dos centros urbanos nos diferentes níveis hierárquicos da rede de cidades, analisa-se o caso recente do Brasil – 2000 e 2010. É dado destaque para as categorias nas posições intermediárias da rede, as cidades médias, centros para os quais ainda se tem um conhecimento limitado sobre seu papel na rede brasileira. Para isso, utiliza-se a composição de empregos das cidades em setores-chaves e aplicam-se explorações empíricas que combinam técnicas de análise multivariadas baseada em agrupamentos. Como resultado, percebe-se uma continuidade da interiorização da rede – já constatada para recortes temporais anteriores –, porém com maior intensidade nas regiões Norte e Nordeste, onde houve aumento expressivo do número de centros urbanos nos níveis intermediários da rede, especialmente nos grupos que dizem respeito às cidades médias.ades médias.</p>2019-12-16T00:00:00+00:00Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionaishttps://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6016Concentração espacial da produção e desigualdades sociais 2020-04-29T19:16:54+00:00Marcio Pochmannmarciopochmann@yahoo.com.brLuciana Caetano da Silvalucaetano2005@uol.com.br<p>O objeto de análise deste artigo é a relação entre concentração espacial da produção e desigualdade social no Brasil, fenômeno multidimensional que antecede o trabalho assalariado, mas que recebe maior atenção no avanço do processo de urbanização. A hipótese aqui defendida é de que, se dotados de infraestrutura logística e educacional em condições semelhantes às do centro dinâmico da economia nacional, os estados periféricos apresentariam densidade econômica e capacidade de arrecadação fiscal semelhantes à dos estados mais ricos, com impactos sobre renda per capita, IDHM e outros indicadores socioeconômicos. Em 2014, os estados das regiões Sul e Sudeste concentravam mais de 71,35% do Produto Interno Bruto (PIB), acomodando 56,29% da população, enquanto o Nordeste, com participação de 13,93% no PIB, acomodava 27,69% da população. A análise setorial de renda e faturamento bruto das empresas revela o abismo entre Norte/Nordeste e Sul/Sudeste, assegurando a manutenção das desigualdades sociais entre os dois blocos.</p>2020-02-12T13:39:28+00:00Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionaishttps://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6053Comércio, Serviços e Cidade. Subsídios para Gestão Urbana2020-04-29T20:02:14+00:00Heliana Comin Vargashcvargas@usp.br<p>O presente artigo pretende contribuir para o entendimento da complexidade do setor terciário, que implica diferentes demandas locacionais, com vistas a fornecer subsídios para alimentar políticas urbanas mais consistentes. Para tanto, discorre-se, inicialmente, sobre a dificuldade de conceituação e classificação das atividades terciárias, buscando explicitar as diferenças entre manufatura, comércio e serviços. Na sequência, são apresentados e discutidos: a composição do terciário; o domínio público ou privado e sua relação com o consumidor (empresas ou indivíduos), bem como sua organização espontânea ou planejada, além de sua alta capacidade de incorporar mudanças. Essas preferências locacionais, nas sociedades capitalistas, que têm como objetivo a viabilidade dos respectivos negócios, apresentam relação direta com a dinâmica urbana (usos e fluxos) e podem, se bem compreendidas, auxiliar na implementação de políticas públicas de dinamização e requalificação urbana.</p> <p><strong> <br></strong></p>2020-03-24T13:25:50+00:00Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionaishttps://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6011Planejamento urbano do futuro, dados do presente: a proteção da privacidade no contexto das cidades inteligentes 2020-04-29T20:14:49+00:00Dennys Antoniallidennys@internetlab.org.brBeatriz Kirabeatriz.kira@usp.br<p>As cidades ao redor do mundo vivenciam hoje experiências nas quais uma quantidade cada vez maior de dados gerados pelos cidadãos é usada para fins de gestão e planejamento urbano, com potencial para estimular o engajamento e a participação cidadã, promover a inclusão e tornar as comunidades mais eficientes, habitáveis e justas. Ao mesmo tempo, os avanços na ciência da reidentificação, nos mercados de dados e na análise de big data, trazem consigo preocupações quanto a atividades de coleta, uso, compartilhamento e descarte de dados, processos que devem estar cercados de cautela. À medida que novas tecnologias geram mais dados do que nunca, como aproveitar as oportunidades trazidas para as cidades, preservando a privacidade individual e construindo a confiança do público? Quais as experiências vivenciadas por cidades que depararam com esse desafio? E como as cidades brasileiras podem navegar entre iniciativas de uso de dados que acarretam benefícios aos cidadãos, como a economia de recursos e o aumento de eficiência da administração pública das cidades, mas que podem cobrar um custo significativo de privacidade? Este artigo busca explorar essas questões, apoiando-se na discussão de experiências internacionais e nacionais em que se faz presente a tensão entre o crescente uso de dados pelas chamadas cidades inteligentes e a proteção da privacidade dos cidadãos.</p>2020-02-12T13:19:15+00:00Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionaishttps://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6067Entrevistas na pesquisa sócio-espacial2020-03-09T15:19:51+00:00Silke Kappkapp.silke@gmail.com<p>A coleta de dados por meio de entrevistas tem sido uma prática corrente nas pesquisas em arquitetura, urbanismo e planejamento, enquanto ainda são raras as discussões metodológicas sobre a pertinência, os objetivos, as formas de condução e as especificidades de entrevistas qualitativas nessas disciplinas. Este artigo visa a elucidar por que e como entrevistas qualitativas podem prover ou gerar dados sócio-espaciais cujas análise e interpretação, por sua vez, podem levar a conhecimento válido. Ele começa examinando as funções atribuídas a dados de entrevistas e seus limites. Em seguida, são evidenciadas diferentes ênfases de entrevistas partindo de cinco tipos consolidados em outras áreas (entrevista exploratória, etnográfica, narrativa, focada e especialista). A intenção não é propor escolhas entre eles nem criar mais um tipo, mas abrir um leque de variações a combinar, detalhar e expandir, de acordo com a situação específica de cada pesquisa.</p>2020-02-13T21:53:55+00:00Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionaishttps://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/5997A Aglomeração de Xangai e as Transformações da Estrutura Espacial da sua Área Central: Declínio e Renovação2020-01-13T13:26:35+00:00Lucimara Flávio Reislucimara.freis@unila.edu.br<p>O objetivo deste artigo é examinar a estrutura espacial da cidade de Xangai, localizada na República Popular da China, com enfoque na evolução do conjunto de substituição dos usos do solo no centro da aglomeração, como resultado da gradual abertura econômica. A cidade será enquadrada e serão apontados alguns processos por meio dos quais se deu o seu formidável desenvolvimento. Como se verá, a mudança na economia política ocasionada pela introdução de mecanismos de mercado apresentou três efeitos principais diretos sobre o tecido urbano: a descentralização, a expansão e a remodelação ou readaptação de estruturas urbanas. Com base nessa contextualização, serão apresentados argumentos que corroboram a tese de que a entrada em novo patamar econômico, possibilitada por decisões de planejamento que resultaram nas reformas econômicas, trouxe mudanças significativas para a economia política do desenvolvimento urbano, ao determinar o processo de substituição dos usos do solo, com a recuperação radical de estruturas existentes para novos usos do capital.</p>2019-11-04T15:04:22+00:00Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionaishttps://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6044Território, ditadura e desenvolvimento: perspectivas históricas sobre os programas de regionalização no Brasil2020-04-14T01:24:45+00:00Danielle Heberle Viegasdanielle.viegas@unilasalle.edu.br<p>O artigo pretende agregar contribuições para os estudos sobre regionalização no Brasil com a apresentação de um panorama da institucionalização do programa nacional de desenvolvimento regional, no quadro delimitado pela ditadura civil-militar (1964-85). Para isso, são pormenorizados órgãos e instituições especializadas, publicações de <em>experts</em>, entre outras fontes documentais primárias inéditas. Como principal inferência, assume-se que o projeto nacional-desenvolvimentista, associado ao autoritarismo, encontrou nos projetos de regionalização o seu território de materialização por excelência. Esse traço pode ser observado na caracterização de regiões baseada unicamente em critérios econômicos, nos privilégios legislativos concedidos à instalação de fábricas fora das grandes capitais, em planos e projetos de remoção de bairros residenciais em prol de indústrias e, finalmente, na associação da ideia do conceito de regionalização ao de desenvolvimento</p>2020-03-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionaishttps://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6149O pensamento moderno de Gaston Bardet: Le Nouvel Urbanisme 2020-05-14T19:47:51+00:00Virgínia Pitta Pontualvirginiapontual@gmail.comJuliana Melo Pereiramelo.arquiteta@gmail.com<p>O artigo apresenta o pensamento urbanístico de Gaston Bardet – urbanista francês do século XX – e está orientado pelo entendimento de que ele fez uma leitura crítica da cidade e das teorias então existentes, para formular uma ideia a devir. Partiu-se de uma inquietação: como Bardet construiu seu entendimento sobre o urbanismo moderno? Investigou-se o conjunto da obra de sua autoria, assim como a produção historiográfica sobre ele. A análise documental está pautada pela ordem dos textos, pelo modo como Bardet pronunciou, correlacionou, argumentou, realizou analogias, procedeu a reutilizações conceituais, em um dado contexto sociotemporal. Na primeira parte constam os enunciados sobre urbanismo construídos por Bardet, os quais permitem perceber as prioridades que ele considerava como desafios àquele recente campo disciplinar. Já a segunda é dedicada à formulação da utopia na obra <em>Le Nouvel Urbanisme</em>, que via o urbanismo não só como uma ciência, mas principalmente como uma disciplina dotada de forte caráter social.</p>2020-05-05T15:14:28+00:00Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionaishttps://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6320Cidade-Frotagem2020-05-28T02:46:46+00:00Jean-Louis Cohenjlouiscohen@wanadoo.fr<p>A citação é uma operação fundamental de todas as práticas artísticas e literárias, assim como de todas as formas discursivas da vida cotidiana e tem sido uma prática amplamente difundida no discurso arquitetônico desde o Renascimento. O que dizer da citação em produções não verbais? A intertextualidade atua em várias áreas da teoria e da prática de arquitetura e sua consideração permite entender a reverberação de ideias e projetos de diferentes autores sobre os de seus contemporâneos ou sucessores. Intericonicidade, intertectonicidade e, especialmente, a transurbanidade são categorias relevantes para a compreensão da circulação local, nacional ou universal de imagens, caracteres materiais e formas urbanas na constituição do tecido histórico concreto das cidades.</p>2020-05-21T15:20:32+00:00Copyright (c) 2020 https://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6164As secas no Jequitinhonha: demandas, técnicas e custos do abastecimento no semiárido de Minas Gerais2020-05-21T15:25:31+00:00Jeter Liano da Silvajeterliano@hotmail.comÁureo Eduardo Magalhães Ribeiroeduardoribeiromacuni@gmail.comVico Mendes Pereira Limavicomendes@hotmail.comLeo Hellerheller@minas.fiocruz.br<p>Este artigo analisa as secas no Semiárido do vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, investigando a demanda por água, as técnicas utilizadas, as organizações públicas dedicadas ao abastecimento e seus custos. Para isso, foram utilizadas entrevistas com agências públicas e agricultores de quatro municípios. Conclui-se no artigo que a seca aguda de 2012 a 2016 engajou várias agências públicas no provimento de água, com o emprego de técnicas de custos e eficácia diferentes; observou-se que várias inovações técnicas e institucionais ajudam a reduzir o clientelismo que vigora historicamente nas secas; mesmo assim, as maiores despesas continuam a ser com o atendimento emergencial mediado pelo poder local.</p>2020-05-17T19:14:37+00:00Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionaishttps://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6118 Urbanização extensiva e reconfiguração rural na Amazônia: uma proposta teórico-metodológica baseada em indicadores demográficos e espaciais2020-06-02T19:24:47+00:00Julia Corrêa Côrtesjucortes@gmail.comÁlvaro de Oliveira D'Antonaadantona@unicamp.brRicardo Ojimaricardo.ojima@gmail.com<p>Este trabalho resulta da reconstrução teórico-conceitual realizada para verificar empiricamente a existência de urbanização extensiva na Amazônia com base na incorporação de noções demográficas ao referencial em questão. Observou-se como o tecido urbano contribui para a reconfiguração rural, evidenciando as múltiplas dimensões que perpassam o fenômeno urbano. Com indicadores demográficos sensíveis aos processos socioespaciais urbano-rurais, foram analisados territórios rurais de dois recortes regionais no oeste do estado do Pará. Os resultados confirmam que a propagação dos vetores urbanos tende a intensificar a aglomeração populacional (coeficiente de Gini) e a predominância espacial de mulheres (razão de sexo) por mecanismos de diferenciações espaciais. A existência de um eixo de mobilidade populacional, o regime de ocupação e a distância do centro urbano são os elementos estruturantes da emergência de um mosaico de ruralidades imersas em contextos urbanos. Com os resultados, concebeu-se um modelo teórico-metodológico com uma abordagem analítica inédita na literatura sobre urbanização.</p>2020-06-01T23:38:34+00:00Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionaishttps://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6281El pensamiento urbano en los años rugientes2020-04-30T15:23:13+00:00Adrián Gorelikadrian.gorelik@gmail.com<p>Ausente [resenha]</p>2020-02-21T15:31:55+00:00Copyright (c) 2020 https://rbeur.anpur.org.br:443/rbeur/article/view/6243Do plano diretor às operações urbanas consorciadas2020-03-25T20:28:49+00:00Carlos Antônio Brandãobrandaoufrj@gmail.com<p>[não se aplica]</p>2020-03-20T18:22:13+00:00Copyright (c) 2020