Uma reflexão sobre o padrão mínimo de moradia digna no meio urbano brasileiro: estudo dos métodos de cálculo da Fundação João Pinheiro e da Fundação Seade

  • André Roriz de Castro Barbo Mestre em Engenharia Urbana pela Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, São Paulo
  • Ioshiaqui Shimbo Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, São Paulo
Palavras-chave: déficit habitacional, carências habitacionais, padrão mínimo de moradia, Fundação João Pinheiro, Fundação Seade.

Resumo

Captar as várias formas impróprias de morar é fundamental para permitira definição de prioridades pelos órgãos públicos competentes, visto que a construção de novas habitações demanda altos investimentos. Para tanto, o presente artigo busca incentivar um rigoroso debate metodológico sobre o conceito de moradia adequada, já que esse não é um consenso nem entre os especialistas nem entre os moradores. Procura-se aqui discutir o padrão mínimo de moradia digna no meio urbano brasileiro a partir da análise comparativa de dois métodos de cálculo das carências habitacionais no Brasil: o da Fundação João Pinheiro (2004) e o da Fundação Seade (2001). Como resultado foi possível confirmar que os dois métodos identificam carências habitacionais semelhantes, porém utilizando indicadores diferentes, no que diz respeito ao conceito de habitação mínima.

 

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Biografia do Autor

André Roriz de Castro Barbo, Mestre em Engenharia Urbana pela Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, São Paulo
Ioshiaqui Shimbo, Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, São Paulo

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Publicado
2006-11-30
Seção
Artigos