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  • [RBEUR] PRORROGAÇÃO DA CHAMADA: Políticas públicas e estatalidades

    2021-08-25

    A Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais (RBEUR) informa que foi prorrogado para o dia 04.10.2021 o prazo de submissão de trabalhos para o Dossiê Políticas públicas e estatalidades: o Estado como agente de mudança social na América Latina.

    Aproveitamos para esclarecer que os artigos que não dialogam com a chamada devem ser submetidos no fluxo contínuo da RBEUR, que seguirá recebendo contribuições.

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  • Chamada temática: Políticas públicas e estatalidades

    2021-05-15

    Dossiê Políticas públicas e estatalidades: o Estado como agente de mudança social na América Latina

    Data limite para submissão: 30 de agosto de 2021

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    Caros colegas, 

    O Estado latino-americano volta à frente. Por ação ou omissão, por indeterminação e incompreensão, os estados são um objeto complexo e desconfortável. Essa complexidade fica evidente quando tentamos construir objetos de análise que se desintegram como castelos de areia. Apesar de ser um objeto de estudo complexo, os estados, as governamentalidades e a construção estatal do território, são também um campo em e de disputa. Por isso, porque o Estado latino-americano em suas diferentes ordens (nacional, subnacional, municipal) é parte da solução política para nossos problemas nas sociedades periféricas, convidamos vocês a contribuir com seus textos para esta convocatória da RBEUR.

    Cordialmente,

    Mariana Schweitzer (CIHaM-CONICET-UBA, Argentina), Reto Bertoni (FCS-UdelaR, Uruguay), Marcel Theza Manriquez (CEDER, Universidad de Los Lagos, Chile), Rogério Leandro Lima da Silveira (PPGDR-UNISC,Brasil) e Ariel García (CEUR-CONICET, UBA, Argentina).

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  • PRORROGAÇÃO DO PRAZO DE SUBMISSÃO DE ARTIGOS PARA O DOSSIÊ TERRITÓRIO, GÊNERO E INTERSECCIONALIDADES

    2020-11-25

    Dossiê_-_Prorrogação2.png

    A Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais (RBEUR) informa que foi prorrogado para o dia 20.12.2020 o prazo de submissão de trabalhos para o Dossiê Território, Gênero e Interseccionalidades.

    Aproveitamos para esclarecer que os artigos que não dialogam com a chamada devem ser submetidos no fluxo contínuo da RBEUR, que seguirá recebendo contribuições.

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    Dossiê Temático: Território, Gênero e Interseccionalidades

    Editoras convidadas: Diana Helene, Gabriela Leandro, Paula Freire Santoro e Rossana Brandão Tavares

     

    O dossiê Território, Gênero e Interseccionalidade busca reunir estudos urbanos e regionais com base em abordagens feministas e/ou interseccionais, que considerem as dimensões de gênero, raça, classe e sexualidade (e outras) como componentes de um conjunto interligado de opressões. Dessa forma, pretende-se lançar luz sobre as diferentes experiências de mulheres atravessadas por esse conjunto que está na base das relações sociais, calcadas no capitalismo, no heteropatriarcado, na supremacia branca e na colonização européia. Os trabalhos devem refletir epistemologias que questionem o lugar neutro da ciência e da produção do conhecimento, permitindo uma maior aproximação com as realidades sociais experienciadas pelas/os sujeitas/os. Ou seja, pretende-se mobilizar um esforço coletivo, teórico e político, de construção de uma outra epistemologia, outra forma de refletir e se colocar no mundo, referidas à experiência e a pontos de vista situados.

    Sem descartar outras possibilidades, interessa:

    - Compreender as propostas e possibilidades do urbanismo feminista e as reformulações do direito à cidade desde uma perspectiva feminista e/ou interseccional;

    - Acolher trabalhos que se apoiem em  abordagens etnográficas; pontos de vista situados; debatam a perspectiva do lugar de fala subalternizado e/ou que usem ideia de outsider within (“forasteira de dentro”, termo de Patrícia Hill Collins). Também são bem-vindas abordagens metodológicas contra-hegemônicas, que tragam experiências vividas nos territórios, ou que discutam práticas que desafiam os conhecimentos instituídos e a relação com o cotidiano;

    - Dialogar com teorias que dediquem-se aos processos de acumulação por despossessão estruturais, considerando seus enraizamentos coloniais, e/ou formas contemporâneas de relações patriarcais, como pelo endividamento das famílias, ou pela espoliação, saque de terras e recursos comuns;

    - Compreender as diferentes formas de violência, não apenas a física, explícita nas remoções e deslocamentos forçados, mas as cotidianas, lentas, sutis, que incidem sobre os corpos e mentes, principalmente de pessoas racializadas, mulheres e/ou LGBTQI+, e que também são encontradas nas formas de apropriação do território através do saqueio de terras, da ameaça e da remoção ou despejo e seus processos de transitoriedade permanente, de operações policiais que provocam territorialidades itinerantes, entre outros;

    - Analisar os limites e desafiar as abordagens que reforçam papéis binários, ou que estruturam uma ordem heteropatriarcal e/ou racial, como casa/cidade, público/privado, moradia/trabalho, consumo/produção, individual-doméstico/ coletivo, pureza/impureza, entre outros;

    - Revisitar, a partir de olhares feministas e/ou interseccionais, conceitos de segregação e auto-segregação usados pela literatura, como gueto ou enclaves, tendo como referências os territórios LGTBQI+, da prostituição, enclaves raciais e/ou étnicos, entre outros; além dos diferentes e complexos aspectos regionais brasileiros e/ou latino-americano que atravessam as dinâmicas territoriais;

    - Explorar a leitura das resistências a diferentes processos de despossessão a fim de compreendê-las como parte de processos de destruição mas também de reconstrução de relações e redes, em um reposicionamento no território. Compreender se e qual potência transformadora está sendo gestada nas mobilizações e greves em torno de transformações estruturais fomentadas nas assembleias e em outras formas de organização da vida em torno do trabalho, como economia social e solidária, fábricas recuperadas, mutirões e canteiros autogestionários;

    - Discutir a relação corpo e espaço a partir das teorias da performatividade com vistas a ampliar as perspectivas materialistas, artísticas e críticas da produção conhecimento no planejamento urbano e regional e no urbanismo, reconhecendo a autonomia dos sujeitos sociais na construção de linguagens, resistências e alianças;

    - Refletir sobre metodologias de pesquisa em diálogo com as noções de epistemicídio, de outridade, relacionadas à produção de conhecimento sobre a cidade e os territórios, assim como sua implicação na reelaboração de premissas formais, estéticas e performativas das textualidades acadêmicas;

    - Discutir questões relacionadas à ancestralidade, povos tradicionais, memória, conexões diaspóricas, fluxos migratórios, xenofobia e práticas do cuidado e suas interfaces com as dinâmicas territoriais – presentes sobretudo em territórios de maioria negra, cuja matrilinearidade faz-se um marcador relevante –, que pluralizam perspectivas estreitas do trabalho produtivo/reprodutivo, assim como lógicas e dinâmicas combinadas e negociadas na constituição relacional de espaços públicos, privados, coletivos, sagrados, etc.;

    - Publicar trabalhos críticos e criativos, que se proponham a realizar investigações de caráter especulativo sobre futuros e reinvenções de cidades, permitindo, implantar incertezas, problematizar e ousar pensar outras realidades e dar espaço para explorações sobre a(s) utopia(s).

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    Agradecemos a Nadine Nascimento pela arte.

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  • Dossiê Temático: Território, Gênero e Interseccionalidades

    2020-09-27

    Dossiê.pngDossiê Temático: Território, Gênero e Interseccionalidades

    Por Diana Helene, Gabriela Leandro, Paula Freire Santoro e Rossana Brandão Tavares

    Pelo presente edital a REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS URBANOS E REGIONAIS - RBEUR convida as/os pesquisadoras/es das diversas áreas do conhecimento a encaminhar artigos, individuais ou em coautoria, para o Dossiê Temático Território, Gênero e Interseccionalidade, a ser publicado em número próximo. Serão selecionados artigos submetidos entre 30 de setembro e 30 de novembro de 2020, que atendam às exigências de rigor e de excelência e que respeitem as diretrizes da RBEUR (ver: https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/about/submissions).

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    Agradecemos a Nadine Nascimento pela arte.

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  • SOBRE REVISÃO E TRADUÇÃO DE ARTIGOS PUBLICADOS PELA RBEUR

    2016-04-13

    Considerando o esforço da Comissão Editorial da RBEUR, juntamente com a Diretoria da Anpur, de elevar o patamar de qualidade e reconhecimento alcançado pela Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, e tendo em vista a falta de recursos oriundos de agências de fomento para pagamento de serviços técnicos, a Comissão Editorial se vê obrigada a seguir a prática, já adotada por outros periódicos, de cobrança dos serviços de revisão textual das/os autoras/es que tiverem seus artigos aceitos para publicação, assim como de tradução para a língua inglesa das/os autoras/es que assim o desejarem.

    Os serviços de revisão e tradução serão executados por profissionais credenciados pela Comissão Editorial, cujo alto padrão dos serviços prestados vem sendo atestado ao longo das edições da RBEUR, assegurando sua qualidade e pontualidade, e serão pagos diretamente pelas/os autoras/es, por meio de transferência bancária, conforme valores acordados previamente entre a Comissão Editorial e as/os autoras/es.

    Maiores detalhes sobre a operacionalização dos serviços de revisão e tradução serão veiculados por meio de mensagens enviadas às/aos autoras/es pela Comissão Editorial, após a aprovação dos artigos para publicação.

    Desde já, agradecemos pela compreensão de toda a comunidade científica dos estudos urbanos e regionais.

    Atenciosamente,
    Comissão Editorial da RBEUR

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