The Middle and Lower Xingu: the response to the crystallization of different temporalities in the production of regional space | Médio e Baixo Xingu: o reflexo da cristalização de diferentes temporalidades na produção do espaço regional

  • Juliana Mota de Siqueira Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Divisão de Processamento de Imagens, São José dos Campos, São Paulo
  • Ana Paula Dal’Asta Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Divisão de Processamento de Imagens, São José dos Campos, São Paulo
  • Silvana Amaral Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Divisão de Processamento de Imagens, São José dos Campos, São Paulo
  • Maria Isabel Sobral Escada Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Divisão de Processamento de Imagens, São José dos Campos, São Paulo
  • Antônio Miguel V. Monteiro Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Divisão de Processamento de Imagens, São José dos Campos, São Paulo
Palavras-chave: Medium and Low Xingu region, Trans-Amazonian, land conflicts, Belo Monte Hydroelectric Power Plant, the Amazon.

Resumo

While the region of the Middle and Lower Xingu has been a protagonist during many episodes of Brazilian history, it remains unknown to a large cross-section of society. Within this perspective, we have revealed some of the different elements responsible for the production of regional space by joining theoretical exercise with empirical, which signifies combining some of the knowledge that has been produced on the region with the discourse of some of the different agents involved in its transformation. Accordingly, the following processes were adopted as markers: colonization, the opening of the Trans-Amazonian, land conflicts and the construction of the Belo Monte Hydroelectric Power Plant. As part of this collective effort, based on interviews with the central institutions (from the First, Second and Third sectors), and with communities from different locations within the region, this article gathers together arguments that contribute to the debate regarding the accumulated processes in the Brazilian Amazon, and particularly in the Middle and Lower Xingu.

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Biografia do Autor

Juliana Mota de Siqueira, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Divisão de Processamento de Imagens, São José dos Campos, São Paulo
Graduação em Estatística pela Universidade de Brasília, Mestrado em Demografia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente é aluna de doutorado em Sensoriamento Remoto no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Desenvolve atividades de pesquisa sobre padrões de ocupação, mobilidade populacional e fronteiras na Amazônia Brasileira a partir de dados de sensoriamento remoto e demografia.
Ana Paula Dal’Asta, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Divisão de Processamento de Imagens, São José dos Campos, São Paulo
Geógrafa e mestre em Geografia pela Universidade Federal de Santa Maria. Atualmente é aluna de doutorado em Sensoriamento Remoto no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Desenvolve atividades de pesquisa sobre urbanização e padrões de ocupação na Amazônia Brasileira a partir de dados de sensoriamento remoto.
Silvana Amaral, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Divisão de Processamento de Imagens, São José dos Campos, São Paulo
Meu nome é Silvana Amaral Kampel, mas para efeito de citações, apenas Silvana Amaral. Sou ecóloga, formada pela UNESP de Rio Claro, mestre em Sensoriamento remoto pelo INPE, e concluí o doutorado em 2003, na Escola Politécnica da USP, área de Informação Espacial. Trabalho no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Divisão de Processamento de Imagens, desde 1995. Meu interesse científico envolve biodiversidade e ocupação humana na Amazônia Brasileira, estudados através de análise espacial, sensoriamento remoto, geoinformação e modelagem ambiental.
Maria Isabel Sobral Escada, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Divisão de Processamento de Imagens, São José dos Campos, São Paulo
Possui graduação em Ecologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1987), mestrado e doutorado em Sensoriamento Remoto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE (1992 e 2003, respectivamente). Atualmente é pesquisadora da Divisão de Processamento de Imagens do INPE. Tem experiência em sensoriamento remoto e no uso de geotecnologias para estudos de padrões e processos de mudança de uso e cobertura da terra na Amazônia, atuando principalmente nos seguintes temas: Monitoramento de floresta por satélite, análise da paisagem e de padrões e processos mudança de uso da terra com técnicas de Processamento de Imagens e Mineração de dados.
Antônio Miguel V. Monteiro, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Divisão de Processamento de Imagens, São José dos Campos, São Paulo
Possui graduação em Engenharia Elétrica pela UFES, mestrado em Computação Aplicada pelo INPE e doutorado em Engenharia Eletrônica e Controle/Ciência da Computação (The University of Sussex at Brighton). Atualmente é professor e pesquisador da Divisão de Processamento de Imagens do INPE. Coordenador do projeto UrbisAmazônia.

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Publicado
2017-03-07
Seção
Artigos